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Archive from 'Scans'



SCANS: Las Chicas Del Cable na capa da Cosmopolitan Espanha
11.22

No mês do lançamento da segunda temporada de Las Chicas Del Cable, Blanca Suárez e suas companheiras de elenco estampam a capa da edição da Cosmopolitan Espanha. Confira os scans em nossa galeria:

LAS CHICAS DEL CABLE: Série é destaque na revista Supertele
04.28

‘Las Chicas del Cable’ são capa e destaque da edição de maio da revista Supertele. Scans na galeria:

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SCANS: Blanca estampa capa da revista Fotogramas
04.28

Maravilhosa!!!! Blanca Suárez está na capa da edição de maio da revista Fotogramas. Confira todos scans em alta qualidade:

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SCANS: Blanca é capa da edição de maio da revista Mujer Hoy
04.22

Blanca Suárez e o resto do elenco de Las Chicas del Cable estão na capa da edição de maio da revista Mujer Hoy. Confira os scans e as primeiras fotos do ensaio fotográfico na galeria:

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“Não teve um dia em que eu pensei que queria ser atriz”, Blanca fala sobre sua vida pessoal, El Bar e mais em entrevista à revista Icon
04.15

Para divulgar “El Bar”, Blanca concedeu uma entrevista e realizou um ensaio fotográfico exclusivo para a revista Icon. Veja as fotos e confira a tradução do bate-papo:

A atriz, que acaba de estrear ‘El bar’, protagoniza uma sessão de fotos sugestiva. “Chegou um momento em que me deixei ir”, disse sobre sua carreira.

Informamos a Blanca Suárez de que seu nome é o mais usado para enviar vírus aos computadores dos usuários de internet. “Que se ferrem, que irritante”, responde com energia.

A atriz disse que seu último filme, El Bar, de Álex de la Iglesia, fala de medos. “Dos seus, mas também dos de todo mundo”, explica o grande fenômeno do cinema espanhol. Só tem 28 anos, mas está há tanto tempo no topo que parece que sempre esteve aqui. Na verdade passou-se uma década desde que estreou com Eskalofrío. Menos ainda desde que se converteu na estrela da geração graças a duas séries: El internado, as aventuras góticas de uns adolescentes no campo, e El barco, na qual conheceu Mario Casas, hoje seu amigo e quase sua versão masculina. As carreiras dos dois sex symbols espanhóis se cruzam com certa frequência. A última vez no El bar.

Parece relaxada e assegura que é porquê funciona de forma tranquila. Uma decisão consciente. “Virá uma primavera movimentada. Há momentos em que desapareço. Não tem que sempre ir a eventos. São coisas que deve fazer de forma esporádica”. Essa primavera já começou com a estreia de El bar. A primavera segue com Las chicas del cable, primeira série espanhola da Netflix (estreia em 28 de abril).

“Sendo Netflix, a promoção é internacional. De repente se abre uma porta para o mundo inteiro. E se quer trabalhar de cara no exterior não tem que usar um avião. Eles estão aqui. É legal”. Em seu caso, duplamente legal, porquê não tem intenção de mudar-se para o estrangeiro. “Depende das prioridades de cada um. Gosto de viajar e trabalhar meses fora, mas sentir que sou daqui, estar com minha família, com minha gente… Não viver fora. Há coisas que não sei hoje se estou disposta a sacrificar”.

Tampouco lhe faz falta. Assegura que desde que começou nunca lhe faltou trabalho. Mas nega veementemente a existência de um plano. Se o que conta é verdade, sua carreira é parecida com uma partida vencedora de Tetris em que todas as peças encontraram seu lugar por casualidade. Ela só precisou de boa disposição.

“Não teve um dia em que eu pensei que queria ser atriz. Era algo que gostava e fazia como hobby. Quando comecei estava em um momento de minha vida que tinha de tomar decisões. O que fazer, o que estudar… Comecei comunicação audiovisual, mas me deixei influenciar. Ir contracorrente é lutar contra você. A vida vai te colocando. Assim que chegou o momento em que me deixei me levar. E vi que as coisas aconteciam.”

Conta isso enquanto belisca um prato de arroz no restaurante Sudestada, hoje fechado para descanso semanal. O interior fica horas ocupado pela equipe para a sessão: maquiadores, estilistas, dois responsáveis de catering (“saudável e vegetariano”, asseguram), as pessoas de sua agência ou uma equipe de vídeo que vieram gravar uma ação promocional para El bar.

A fotógrafa, depois de acabar com a atriz, convenceu a ajudante do estilista para que se tornasse modelo erótica. Assim então, enquanto falamos, tem uma garota posando seminua sobre uma mesa. Algo que não parece impressionar Blanca Suárez. Ao menos hoje, não parece uma pessoa muito impressionável. Sua filosofia é normalizar tudo. Algo que quando se trata, por exemplo, de participar de La piel que habito, de Almoddóvar, em 2011, com 23 anos, tem suas complicações.

“Fiz um montão de testes e quando me disseram que sim, foi muito surreal. Esse tipo de casting temos que tomar como o não o mais provável, mesmo que possa ser sim. Quando te escolhem, durante uns segundos fica feliz, mas nós atores somos inseguros e em segundos voltam os monstros: “O farei bem? Me conduzirão?’. Tem em conta que esse tipo de papel são um extra, é entrar na história do cinema. Não é o normal, mas tem que forçar que para você seja. Ao final é você dia a dia e não pode passar a vida dizendo: “Que forte!”. Nossa profissão consiste em normalizar muitas coisas que não são normais. Não somos os únicos: para Beyoncé seu dia a dia parecerá normal. E para os reis também. Se não normalizar ficará louco”.

Normalizar polêmicas é mais difícil. Em 2016 protagonizou a minissérie Lo que escondián sus ojos. A história de amor de Serrano Suñer e a marquesa de Llanzol humanizava um dos mais repulsivos ministros de Franco. E claro, errou. Ela ainda hoje defende esse trabalho. “Não se tratava de limpar este senhor, qualquer um que saiba de história sabe quem estamos falando. Se conta uma história de amor. Uma parte de algo. Se te oferecem um personagem de uma assassina múltipla violadora de bebês não pode afrontá-la a julgando. E isso não faz dela melhor pessoa. Ao contrário: eu poderia ser uma filha da puta em minha casa, mas com você sou encantadora. E minha família dirá: ‘Por que a descreve assim, se é uma filha da puta?’.”

Como é em casa? “Uma filha da puta”, brinca. “Bem, nem tanto, mas com as pessoas que gostamos sempre somos mais maus do que somos na rua. Tento ser uma boa pessoa, na verdade. Mas ao final solta os cachorros com as pessoas mais próximas de você. São o alvo mais fácil”.

Tradução – Larissa F. | Fonte

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